Laboratório de Microbiologia do Solo

O Laboratório de Microbiologia do Solo dedica-se ao estudo dos micróbios do solo com efeitos benéficos no crescimento de plantas, nomeadamente micorrizas, rizóbios e outras bactérias promotoras do crescimento de plantas (PGPB). Investigamos não só a interação destes micróbios com os seus hospedeiros, mas também a sua contribuição para o melhoramento do crescimento das plantas, especialmente em condições de stress (biótico ou abiótico).

SITE PRÓPRIO: HTTP://WWW.ICAAM.UEVORA.PT/LABMICROSOLO

Responsável: Ana Alexandre [anaalex@uevora.pt]

Equipa

Isabel Brito  (Professora Auxiliar do Departamento de Biologia) - ibrito@uevora.pt

Luís Alho  (Professor Auxiliar do Departamento de Biologia) - luisalho@uevora.pt 

Mário Carvalho  (Professor Catedrático do Departamento de Fitotecnia) -mjc@uevora.pt

Ana Alexandre (Investigadora Doutorada) - anaalex@uevora.pt

Ana Paço (Investigadora Doutorada) - apaco@uevora.pt

Clarisse Brígido  (Investigadora Doutorada) - ccb@uevora.pt

Esther Menéndez (Investigadora Doutorada) - esthermenendez@uevora.pt

Rodrigo Silva (Investigador Mestre) - jrsilva@uevora.pt

Taiana Conceição(Estudante deDoutoramento) - d39466@alunos.uevora.pt

Mariana Patanita (Estudante de Mestrado) - marianacpatanita@gmail.com

Verônica Castro Leal  (Estudante de Mestrado) - veronicastroleal@gmail.com

Gertrudes Mariano (Assistente técnica) - gavm@uevora.pt

Filipa Santos  (Técnica superior) - fs@uevora.pt

Manuel Figo (Técnico superior) - mepf@uevora.pt

O Laboratório de Microbiologia do Solo estabelece cooperações com agricultores, no sentido de explorar práticas agrícolas que maximizem os efeitos benéficos do microbioma do solo, nomeadamente na perspetiva de ultrapassar os efeitos de constrições químicas do solo ou da presença de agentes patogénicos.
Em termos de serviços mais específicos o Laboratório de Microbiologia do Solo realiza:
-Avaliação de taxas de colonização micorrízica;
-Avaliação de parâmetros do solo relacionados com a atividade microbiana (atividades enzimáticas, taxa de respiração, C microbiano) – em breve disponível;
-Quantificação de populações de rizóbio;
-Deteção da presença no solo de rizóbios adequados à leguminosa que se pretende cultivar.
No sentido de aproximar os agricultores dos resultados da investigação nesta área, realizam-se todos os anos vários encontros abertos aos empresários da região.

Linha 1 – Biologia molecular de rizóbios  

Estudo do modelo de simbiose planta leguminosa-rizóbio usando uma abordagem multidisciplinar que combina a caracterização fenotípica e molecular de estirpes de rizóbio, usando técnicas de microbiologia, ensaios de crescimento de plantas, técnicas de biologia molecular e bioinformática. Um dos objectivos é o desenvolvimento de inoculantes mediante o aumento da eficiência simbiótica e da tolerância ao stress de estirpes de rizóbio através da sua modificação genética.

Linha 2 - Micorrizas arbusculares no contexto agrícola do sequeiro Mediterrânico

O objectivo geral desta linha de trabalho é o estudo das interacções entre práticas agronómicas, população microbiana do solo e crescimento de plantas.

Estudo da gestão da transferência de micélio micorrízico entre plantas nativas e plantas cultivadas como mecanismo protecção das plantas cultivadas, contra stresses (bióticos e abióticos) capazes de provocar a morte ou debilidade da cultura. No caso particular das leguminosas, o estudo da simbiose tripartida (micorrizaarbuscular - rizóbio - planta) é desenvolvido com particular relevância para solos marginais.

A equipa integrante desta linha tem as competências para o desenvolvimento e condução de ensaios em situação de ambiente controlado (vasos) e de campo, o que permite não só o estudos dos mecanismos envolvidos como também a avaliação do seu potencial agronómico.

A equipa tem a capacidade de gerir e acompanhar a micorrização de plantas nas suas várias vertentes: caracterização morfológica de esporos, inoculação por diferentes formas de inoculo, quantificação da colonização em diferentes estágios da planta e caracterização da sua diversidade por técnicas moleculares. Dispõe ainda de competências na área do isolamento, inoculação, quantificação e avaliação de desempenho de diferentes estirpes de rizóbio.